
Na solidão do meu quarto sinto a sua falta, relembro com saudade as suas broncas, os seus conselhos, do seu abraço.
Sinto-me culpada por todas as vezes que briguei, que estive ausente, mas principalmente por todas as vezes que não disse: Eu te amo.
Agora o que me resta é viver com e essa ausência que te faz presente.
Ana Paula G.

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